Prateleiras bagunçadas deixam qualquer loja com um aspecto muito negativo. E não é para menos, já que do ponto de vista dos clientes isso se caracteriza como desmazelo, negligência e desrespeito. As consequências podem ser graves para o negócio. Além de quebras e perdas, o público, aos poucos, irá se afastar. Então, cuidado! Não deixe sua loja chegar a esse estado (foto). Procure orientar seus funcionários a repor os produtos sempre enfileirados, sendo que os iguais devem ficar todos agrupados. Fazer vistorias diárias também é recomendado, porque os clientes, apesar de exigentes, costumam bagunçar as prateleiras. Essa é uma maneira simples de garantir a organização.

19/02/2013
12/02/2013
- NRF: importantes debates com grandes personalidades
Players, como a Coca Cola e a Amazon, falam sobre suas estratégias mundiais
A grande convenção de varejo dos Estados Unidos, organizada e promovida pela National Retail Federation (NRF) que acontece até quarta-feira (16), vem mostrando aos mais de 27 mil participantes tendências de consumo, tecnologia, gestão financeira, gestão de pessoas, marketing e design de lojas, entre outros importantes temas para o dia a dia varejo.
Além de supermercadistas, varejistas, acadêmicos, e executivos de empresas mundialmente conhecidas, já passaram pelo evento grandes personalidades como o ex- secretário da ONU, Kofi Annan, e CEOs de empresas líderes no varejo, como o presidente da Crocs, John McCarvel, o fundador da Amazon, Jeffrey Bezos, ambos premiados pela Federação Nacional do Varejo dos Estados Unidos, além de outros importantes executivos do setor como Walter Robb, da Whole Foods, Howard Schultz, da Starbucks.
Responsabilidade do varejo em combater a pobreza
O ex-secretário geral da ONU e Prêmio Nobel da Paz, em 2001, Kofi Annan, falou das dificuldades de articular e conciliar interesses dos diversos governos e regime em todo o mundo em nome da paz. Para Annan essa tarefa pode se tornar mais fácil com o apoio e a força da iniciativa privada, que em última instância, deve ser a maior interessada no assunto.
"As pequenas empresas fazem um trabalho importante, diminuindo o desemprego e fortalecendo as comunidades locais", disse. "Governos de todo o mundo devem criar incentivos para esse tipo de negócio." Sobre o varejo, afirmou que é responsabilidade dos donos das companhias trabalhar junto com os políticos para combater a pobreza em seus países. "Eles têm um poder de influência muito forte e não devem desperdiçá-lo. Quando há paz, há prosperidade econômica", disse Annan. (No Brasil, o setor supermercadista, coordenado pela Abras, já segue esta tendência e participa das ações do Plano Brasil sem Miséria.)
Annan falou também sobe as dificuldades na Síria e os conflitos sem resolução em diversas partes do mundo. Ele Sinalizou que a crise econômica europeia está no fim e comemorou o crescimento acelerado dos países emergentes. "Nações como China e Brasil já deveriam ter sido chamadas para ocupar postos no Conselho de Segurança da ONU", disse.
Participação ativa do varejo no processo político
Howard Schultz, da Starbucks, participante de um dos mais de 60 painéis que irão acontecer durante o evento, criticou a política econômica do atual governo norte-americano e a frágil situação em que encontra a economia do país. "O desafio de ser exitoso está mais fora das quatro paredes de nossas lojas do que dentro das quatro paredes de nossos negócios", afirmou.
Schultz falou ainda sobre a passividade do cidadão americano diante da falta de gerenciamento das questões econômicas, e fez um chamado aos líderes de negócio de todo o país que colocassem pressão em Washington, destacando a necessidade de participação mais ativa dos empresários do varejo no processo político.
Atenção é moeda de troca entre pessoas e empresas
Ao longo da programação do evento, que reúne participantes de mais de 70 países, passaram autores de importantes publicações do varejo, como Liz Crawford, autora do livro "The Shopper Economy", que falou sobre a relação consumidor/empresa.
"Hoje, devido a sua escassez, a "atenção" tornou-se um dos maiores valores e moeda de troca que as pessoas podem ter com as empresas. E que estas, por sua vez, deveriam concentrar seus esforços em valorizar essa atenção, enriquecê-la de forma que evolua para "participação", "advocacy", chegando finalmente a um verdadeiro "comprometimento" com a empresa/marca.
Convergência
Lori Schafer, executive advisor da SAS Institute, explicou em sua apresentação como grandes empresas do setor de tecnologia, como Google, Amazon, Apple, Facebook e E-Bay - estão moldando nossa experiência de comércio via-mobile. Lori demonstrou como essas gigantes (e milhares de empresas satélites) estão em absoluta convergência de negócios, e como, juntas, são as maiores responsáveis pela expansão e evolução da experiência de compra via mobile que o consumidor norte-americano está vivenciando nos últimos anos.
Além de palestras sobre tecnologia cerca de 500 expositores ocupam uma área equivalente a cinco campos de futebol para expor novas tecnologias aplicadas ao varejo e ao e-commerce.
Valor compartilhado: Coca-Cola criando história
Quando se trata de marcas icônicas, a Coca-Cola é um dos mais reconhecidos no mundo. Coca-Cola não é apenas uma bebida, é uma experiência. E o mais importante, é um que é compartilhado por bilhões de pessoas ao redor do mundo, disseram os executivos da empresa durante apresentação na NRF.
Melvin Landis, diretor de vendas de varejo da Coca-Cola Refreshments e Lewis Alison, vice-presidente sênior de Marketing da Coca-Cola Company América do Norte, mostraram estratégias da marca para encontar novas formas de trabalhar com os varejistas que querem "aproveitar um pouco de felicidade em seus negócios".
Lewis destacou que as regras mudaram com o consumidor que está sempre conectado. "Nós temos que primeiro perceber que estamos em um mundo onde os comerciantes não possuem a marca e sim o mercado", disse Lewis. Então ao invés de tentar controlar todas as mensagens, a Coca-Cola se concentra em criar histórias interessantes que se espalham por conta própria.
A ideia da empresa é integrar todos os stakeholders em uma expressão única do branding, sempre com ênfase na associação emocional que as pessoas têm com a marca Coca-Cola.
10/02/2013
O que é o SPED e como ele impacta a sua empresa
Publicado em 11 de abril de 2012 por Luiz Piovesana
Por mais que foque na atividade principal do seu negócio, todo empresário precisa cuidar de algumas formalidades, especialmente a contabilidade.
Se existe um assunto quente no mundo atual da contabilidade, este assunto é o SPED e suas variações: SPED Contábil, SPED Fiscal, EFD Contribuições, NFe e por aí vai.
Uma coisa bem importante de saber é o que é o SPED e como ele vai impactar a contabilidade da sua empresa. Especialmente o EFD-Contribuições, que afetará muitas empresas agora no curto prazo.
Para tirar essas dúvidas, conversei com o pessoal do nosso escritório de contabilidade, Capital Prime. Depois de um bom tempo de conversa, achei legal fazer um compilado das principais dicas e explicações sobre o que é o SPED e como isso muda o dia-a-dia do empreendedor brasileiro.
Com isso, caro empreendedor brasileiro, aqui vão as respostas a algumas perguntas para você se preparar para o SPED:
1- O que é o SPED? De onde veio?
E lá vem história…
É o Sistema Público de Escrituração Digital. Basicamente, os responsáveis por acompanhar processos contábeis falaram “Hum, acho que chega de papel, hein?!”. Com isso, traçaram um plano para transformar tudo que é escrituração (documentos contábeis que toda empresa tem que entregar) em arquivo digital, indo de camada em camada. Esse processo começou em 2007.
2- Quais são os tipos de SPED e como isso atinge cada tipo de empresa?
SPED Contábil
O que é – ele substitui os Livros: Diário e Razão. Ou seja, em vez de fazer 2 livros físicos, se faz 1 arquivo digital.
Quem participa – empresas com tributação pelo lucro real.
Previsão de adoção para outros tipos de empresa – nenhuma.
SPED Fiscal
O que é – empresas que lidam com produtos devem fazer o livro de saídas, entradas, apuração para IPI e ICMS, para que esses impostos sejam pagos sobre as diferenças dos valores. Com o SPED Fiscal, isso tudo vira digital e ainda há o PVA (Programa Validador e Assinador), que faz uma pré-avaliação para identificar campos mal preenchidos.
Quem participa – empresas Contribuintes do ICMS e IPI, exceto aquelas dispensadas (verificar com seu contador, pois varia de estado para estado)
Previsão de adoção para outros tipos de empresa – nenhuma.
NFe
O que é – a boa, velha e obrigatória nota fiscal de produtos, mas no formato digital.
Quem participa – a lei é estadual, então verifique isso em seu estado. Por exemplo, em SP, as principais empresas obrigadas são de atacado, indústria e aquelas que realizem operações interestaduais.
NFSe
O que é – a boa e velha nota fiscal de serviços no formato digital.
Quem participa – a lei é municipal, então verifique a obrigatoriedade e como sua cidade irá adotar o formato digital.
EFD-Contribuições
Quem participa – É aqui que tudo muda, já que empresas tanto de Lucro Real quanto Lucro Presumido devem adotar. A grande questão é que o pessoal de Lucro Presumido teve algumas alterações de última hora e tem pouco tempo pra se acertar.
O que é – ele substitui a DACON, declaração que demonstra o cálculo do PIS e COFINS. E, desde muito pouco tempo, ele também serve para demonstrar o valor “Contribuição Previdenciária sobre a Receita”.
Por quê? Alguns setores (cheque com sua associação de classe) sofreram uma substituição tributária: em vez de pagarem a contribuição de INSS sobre o salário dos funcionários, empresas desses setores passaram a pagar a “Contribuição Previdenciária sobre a Receita”.
Quais são as datas? Para PIS e COFINS a previsão de implementação era julho/2012, porém com essa substituição tributária do INSS, o trabalho com o EFD-Contribuições já começa em maio para o pessoal do lucro presumido.
3- E se minha empresa não for obrigada, mas eu gostar do formato digital?
Qualquer empresa pode escolher entregar os arquivos no formato digital, mesmo não sendo obrigada. É optativo, exceto para empresas do Simples que gozam de algumas “facilidades”.
Para isso, o mais aconselhável é falar com o seu contador e ver qual o melhor procedimento.
4- O que eu preciso para me preparar?
Primeiro, combine o processo com o seu contador e tenha certeza de que a adaptação dele está ok com as novas regras.
Segundo, todos esses livros e documentos (no formato não digital) devem ser assinados por um dos sócios como validação dos dados – o que é uma obrigatoriedade da legislação.
Essa obrigação não muda pelo fato de eles serem digitais. Ou seja, para a validação da documentação digital, será obrigatório que o sócio tenha um certificado digital pessoal.
Além disso, vale sempre a pena lembrar que uma boa ferramenta de gestão financeira pode facilitar muito o seu dia-a-dia.
Nós usamos e recomendamos o ContaAzul, que além de organizar muito bem as movimentações, também tem um sistema bem bacana de integração com nota fiscal eletrônica e emissão de boletos. Para melhorar, leitores do Saia do Lugar possuem 50% de desconto nos 6 primeiros meses, só usar o código: Empreendemia
Casino quer renúncia de Abilio em caso de acerto com a BRF
Na reunião do conselho de administração da Wilkes, holding controladora do Grupo Pão de Açúcar, ocorrida ontem (07/02), o Casino deixou claro que não aceitará que Abilio Diniz atue paralelamente na varejista e também na BRF. Arnaud Strasser, membro do Casino no órgão, manifestou o sentimento por escrito, para não deixar dúvidas.
"Voto para requerer que o Sr. Abilio Diniz, caso venha a ser apontado para o conselho de administração da BRF ou venha a manter interesse ou posição de influência relevante naquela companhia, renuncie imediatamente ao cargo", registrou o francês. O Casino quer que Abilio adote uma posição clara sobre o assunto antes mesmo de sua indicação oficial na BRF, onde o novo presidente do conselho administrativo será escolhido em abril.
Por sua vez, Abilio disse que não havia nenhuma novidade a ser informada ontem. Em seu voto, o empresário ressalta que a BRF não é concorrente, mas uma das fornecedoras do GPA. “Assim, minha eventual indicação e eleição para o compor o conselho de administração certamente não terá nenhuma capacidade de causar impacto no exercício das atividades (do Grupo)", afirma.
O acordo entre os dois acionistas firmado em 2006 determina que Abilio fique na presidência do conselho enquanto tiver saúde para tanto e o GPA apresentar resultados positivos. E as únicas restrições explícitas no documento dizem respeito à atuação em concorrentes da varejista. Mas, na visão do Casino, a participação de Abilio na BRF colocaria o GPA "em situação desconfortável no seu mercado de atuação, criando problemas de interlocução com demais fornecedores relevantes dos produtos também fornecidos por BRF".
Fonte: Valor Econômico
16/07/2012
Salário de recém-formado pode chegar a R$ 10 mil Sobre 15 horas Atrás | 0 Comentários.
Quem não sonha em sair da faculdade e receber salário de até R$ 10 mil? Isso é possível graças aos programas de trainees oferecidos por grandes companhias. Geralmente podem se candidatar às vagas profissionais recém-formados das áreas de engenharia, administração, comunicação, economia, comércio exterior e contabilidade.
A Souza Cruz, por exemplo, está recrutando recém-formado. No primeiro ano, o aprovado recebe R$ 5.117. No segundo ano, R$ 6.057. No 18º mês, o contratado se torna gerente, e a partir daí a quantia paga por mês é de R$ 7.625. Consultores do setor contam que há casos de empresas que oferecem até R$ 10 mil de salário.
Para ter mais chances na seleção de qualquer programa de trainee, porém, é necessário seguir algumas regras. Lilian Delamico, consultora de RH do Grupo Nova Visão Humana, destaca que é imprescindível, além de bom currículo, ter segundo idioma, preferencialmente o inglês. E ressalta que antes de buscar esse tipo de conhecimento, é importante falar bem o português. “Muitas pessoas são desclassificadas por cometerem erros simples no nosso idioma.” Gírias são vistas como pontos negativos que podem encerrar o sonho de receber polpudo salário com tão pouca idade.
Disponibilidade para viagens e flexibilidade de horários também são essenciais. Antes de se candidatar, porém, o recém-formado deve investigar o processo de trainee para verificar se é mesmo o que ele espera e se tem realmente vontade de atuar na área que está pleiteando.
Quanto à roupa certa para participar das dinâmicas e entrevistas, Lilian recomenda que primeiro se verifique o estilo da empresa. Os homens, normalmente, devem vestir calça social, camisa e sapato. Em alguns casos, é permitido jeans. Terno e gravata são dispensáveis. Mulheres devem apostar em terninhos, saias abaixo do joelho e calça social com camisa. O salto alto pode ser substituído por sapato social baixo. Camisetas, decotes, perfumes e maquiagens fortes estão proibidos. Mascar clicletes durante a seleção também leva à perda de pontos.
O processo dura cerca de três meses, em que são realizados testes on-line e de inglês, dinâmica de grupo, estudo de caso e entrevista. Nesse período, a desenvoltura do candidato é bastante avaliada. “Quem tem bom marketing pessoal tem 80% de chance de conseguir vaga de trainee. E isso inclui bom vocabulário, vestimenta adequada, conhecimento de atualidades, tecnologia e falar também sobre lazer, não somente sobre estudos.”
ATALHO – A grande diferença entre o estagiário que é efetivado ou o recém-formado que entra em uma empresa – ambos ganhando o piso da categoria – é que o trainee é preparado durante dois anos para assumir cargos de comando, estratégicos e de inovação. “Durante o processo em que o profissional é treinado, quando o jovem passa por vários setores, ele recebe salário de analista e assim que o programa termina já parte para salário de gestor ou coordenador”, diz Lilian.
A Souza Cruz, por exemplo, está recrutando recém-formado. No primeiro ano, o aprovado recebe R$ 5.117. No segundo ano, R$ 6.057. No 18º mês, o contratado se torna gerente, e a partir daí a quantia paga por mês é de R$ 7.625. Consultores do setor contam que há casos de empresas que oferecem até R$ 10 mil de salário.
Para ter mais chances na seleção de qualquer programa de trainee, porém, é necessário seguir algumas regras. Lilian Delamico, consultora de RH do Grupo Nova Visão Humana, destaca que é imprescindível, além de bom currículo, ter segundo idioma, preferencialmente o inglês. E ressalta que antes de buscar esse tipo de conhecimento, é importante falar bem o português. “Muitas pessoas são desclassificadas por cometerem erros simples no nosso idioma.” Gírias são vistas como pontos negativos que podem encerrar o sonho de receber polpudo salário com tão pouca idade.
Disponibilidade para viagens e flexibilidade de horários também são essenciais. Antes de se candidatar, porém, o recém-formado deve investigar o processo de trainee para verificar se é mesmo o que ele espera e se tem realmente vontade de atuar na área que está pleiteando.
Quanto à roupa certa para participar das dinâmicas e entrevistas, Lilian recomenda que primeiro se verifique o estilo da empresa. Os homens, normalmente, devem vestir calça social, camisa e sapato. Em alguns casos, é permitido jeans. Terno e gravata são dispensáveis. Mulheres devem apostar em terninhos, saias abaixo do joelho e calça social com camisa. O salto alto pode ser substituído por sapato social baixo. Camisetas, decotes, perfumes e maquiagens fortes estão proibidos. Mascar clicletes durante a seleção também leva à perda de pontos.
O processo dura cerca de três meses, em que são realizados testes on-line e de inglês, dinâmica de grupo, estudo de caso e entrevista. Nesse período, a desenvoltura do candidato é bastante avaliada. “Quem tem bom marketing pessoal tem 80% de chance de conseguir vaga de trainee. E isso inclui bom vocabulário, vestimenta adequada, conhecimento de atualidades, tecnologia e falar também sobre lazer, não somente sobre estudos.”
ATALHO – A grande diferença entre o estagiário que é efetivado ou o recém-formado que entra em uma empresa – ambos ganhando o piso da categoria – é que o trainee é preparado durante dois anos para assumir cargos de comando, estratégicos e de inovação. “Durante o processo em que o profissional é treinado, quando o jovem passa por vários setores, ele recebe salário de analista e assim que o programa termina já parte para salário de gestor ou coordenador”, diz Lilian.
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